A resposta seria, definitivamente, blush, rímel e gloss… (Aaaiiiiiiii que fútil!!! risos)
Entradas do Novembro 2008
Se me perguntassem o que eu levaria para uma ilha deserta…
Novembro 28, 2008 · 3 Comentários
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SIXPENCE NONE THE RICHER – KISS ME
Novembro 27, 2008 · 2 Comentários
Momento doce! (e não engorda! ;o)
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Minha culpa tem sabor de chocolate
Novembro 26, 2008 · 4 Comentários
Desde o nascimento da Joana tento perder dois quilos que “sobraram” – literalmente!
É, depois que dei a luz muiiiita coisa mudou – literalmente, de novo! risos – inclusive meu paladar…
Eu nunca fui muito fã de doce, mas agora me perco geral num floresta negra. (Só de escrever já me dá água na boca… Aliás, já tô babando igual ao lobo mau…)
Enfim, Jo-Jo completou um aninho dia 12 e a vovó Marly deu de presente esse bolo aí da foto… MEU DEUS, o bolo mais gostoso que existiu!
Até bateu uma culpa depois que percebi o meu feito – comi quase que todinho (sozinha) em uma semana!
Huuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmm, mas valeu cada caloria… Cada bolinha dessa aí de chocolate….
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Tô ouvindo Luiza Possi… e adorando!
Novembro 21, 2008 · 7 Comentários
Há algum tempo que flerto com ela, aí decidi comprar o CD – Luiza Possi ao vivo – a vida é mesmo agora - ontem na FNAC…
Além dela ter uma voz deliciosa, acho uma graça todos os seus trejeitos quando está no palco.
O CD é ótimo, quase não tem música que dá vontade de “pular”. Minhas preferidas são:
Faixa 1 Eu, não
Faixa 3 Me faz bem (vídeo)
Faixa 4 Oração ao tempo
Faixa 13 Tudo o que há de bom
Faixa 15 Folhetim
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Quinta fora da rotina!
Novembro 20, 2008 · 4 Comentários
Embora eu não seja a favor deste feriado, tô adorando ter a família reunida…
Preguiçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
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N.E.R.D
Novembro 19, 2008 · Deixe um comentário
Liderada por Pharrell, adoro tudo o que eles fazem!
Se não conhece, vale a pena! Esses gringos tem ginga!
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Número 2, Fred Kruger e Backyardigans
Novembro 18, 2008 · 2 Comentários
Fui comprar uns badulaques pra festa de 1 aninho da Joana numa loja super legal, Rica Festa – www.ricafesta.com.br…
Logo que cheguei, as vendedoras ficaram loucas com ela… Joana abria o sorrisão, mostrava as canjiquinhas (dentinhos)… Ganhou até balão de gás! Enfim, a maior farra!
Na hora de ir embora, já no caixa, fui tirá-la do carrinho e logo senti que estava toda molhada… Fora que subiu um cheiro de matar…
Então a moça do caixa, delicamente disse: “Acho que ela tá molhada…”
E eu: “É, acho que ela fez um número 2 “daqueles”! Tem um banheiro que eu possa trocar?”
A caixa (quase roxa, prendendo a respiração): “O banheiro é muito pequeno, mas você pode subir. Tem um quartinho lá em cima”…
Eu subi com o “kit” SOS Número 2: fralda, lenço, pomada, algodão e uma troca de roupa…
Chegando lá, o tal do quartinho era o depósitdo de fantasias…
UAU… Me senti criança de novo! Tinha roupa de fada, bruxa, até máscara do Obama… Mas fiquei olhando, olhando… e escolhi um cantinho bem do lado do meu ídolo: Fred Kruger…
E lá estava eu… trocando o cocô da Joana ao lado do Fred e dos Backyardigans, seus futuros amiguinhos…
O mais hilário foi descer com a fralda enroladinha num saquinho - e podre! – pra pedir um lixo pra jogar… A caixa me olhou com cara de pânico, e nem precisou da máscara…
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E SE OBAMA FOSSE AFRICANO? (Por Mia Couto, escritor Moçambicano)
Novembro 17, 2008 · 1 Comentário
Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reações eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anônimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de “nosso irmão”. E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: ” E se Obama fosse camaronês?”. As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.
E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?
1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.
2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.
3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente “descobriram” que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado ‘ilegalmente”. Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.
4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Na África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um “não autêntico africano”. O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos “outros”, dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).
5. Se fosse africano, o nosso “irmão” teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada “pureza africana”. Para estes moralistas – tantas vezes no poder, tantas vezes com poder – a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.
6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado – a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.
Inconclusivas conclusões
Fique claro: existem exceções neste quadro generalista. Sabemos todos de que exceções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.
Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem do governo fonte de enriquecimento sem escrúpulos.
A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos – as pessoas simples e os trabalhadores anônimos – festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.
Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exatamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.
No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.
Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.
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Tudo bem que nossos filhos são lindos de qualquer jeito, mas uma franjinha bem cortada vai bem, né?
Novembro 17, 2008 · 2 Comentários
Por favor, não leve seus filhos ao Glitz!
…Levei Joana pra cortar o cabelo nesse salão, num Shopping de Sampa… Quase tive um “piriri”…
Já começou tudo errado…
Logo que chegamos, a mulher colocou a Joana na frente de uma TV e deu vários brinquedos. Tudo bem a TV, porque a molecada fica parecendo cachorro vendo aquelas TV´s de Padaria (com frango girando), nem pisca… mas os brinquedos?!?!?!? Enfim, milhares de estímulos ao mesmo tempo e a menina ficou toda agitada…
Tirei os brinquedos e disse que a TV bastava…
Tá, aí a pequena ficou quietinha…
Mesmo assim a mulher deu falhada feia na franja da minha pequena, e ainda por cima queria arrumar, deixando a franja toda no TOCO! (Sei que é politicamente incorreto, mas deu uma vontade de dar um toco na louca!!!)
Enfim, a forma com que pegava a tesoura, separava o cabelo era tão estranha e ”desconfortável”, que deu pra perceber que a mulher não tinha técnica alguma.
E aí, pra fechar com chave de ouro, a louca da mulher queria dar um monte de “piranhazinhas” para uma criança que está em plena fase oral!… E pra prender sei lá o que – porque ela “tosou” o cabelo da minha pequena!
Enfim, parece engraçado, mas é uma vergonha um lugar especializado para lidar com crianças, cometer falhas como essa… E fora o ”corte”, que ficou ridículo.
De verdade, acho que a experiência anterior dessa mulher deve ter sido em Pet Shop… Sem comentários…
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12 de novembro de 2008, Joana já tem 1 aninho!
Novembro 14, 2008 · 3 Comentários
Meu, minha Joana já é uma menina! Tão incrível isso!
Minha pequena é a meninota mais feliz que já vi…
Deu o primeiro sorriso com 15 dias de vida e não parou mais.
Olhos vivos. Como aqueles de desenho japonês, que tem uma “lagriminha que brilha”…
Desde que nasceu faz biquinho pra chorar.
É carinhosa demais da conta.
Tem mais energia que a melhor marca de pilha do universo.
Adora água.
Ama dançar.
Já tem passaporte e viajou de “vião”.
É segura.
Pequena miss simpatia – Cativou até o policial (negão bravo) da alfândega dos EUA.
Já tem 75 centímetros. (Eu tenho 1,50…)
E tem chulé.
Essa é Joana Tagliacolli Grafietti, filhotinha do carnaval, minha e do Cesar…
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