Acepções
■ substantivo feminino
1 característica do que é hipócrita; falsidade, dissimulação
Ex.: com a h. que lhe é peculiar, pôs-se a adular a sogra
2 ato ou efeito de fingir, de dissimular os verdadeiros sentimentos, intenções; fingimento, falsidade
Ex.: ela veio com a habitual h., mas não me enganou
3 caráter daquilo que carece de sinceridade
Ex.: a h. das palavras
Etimologia
gr. hupokrisía,as (forma posterior) e hupókrisis,eós ‘resposta, resposta de oráculo; ação de desempenhar um papel, uma peça, uma pantomima; desempenho teatral, declamação; simulação, dissimulação, falsa aparência’, pelo b.-lat. hypocrisis ‘hipocrisia’, sentido restrito mas já existente em gr.; o fr. ypocrisye, de 1168-1191, não só herdou a restrição de sentido do citado b.-lat., mas tb., ao que parece, foi o elo do port.arc. ypocresia, do sXIV; ver 1hip(o)- e crise; f.hist. sXV hipocresia
Sinônimos
ver sinonímia de fingimento
Antônimos
lealdade, sinceridade; ver antonímia de ardil
Bem… Pra quem nunca gostou de MPB, até que nos últimos tempos eu tenho me surpreendido. ”Nunca antes na história” eu gostei de tanta coisa “made in Brazil”…
Eles podem tanto, que se perdem com a “falsa liberdade”, que parece até benéfica.
Quando não há educação – nem de trânsito, nem nenhuma outra –, a única forma de coibir infrações – de qualquer tipo – são as leis e fiscalização correta.
E é justamente por falta disso tudo que tantos jovens e pais de família, literalmente se matam no trânsito, todos os dias.
Torço muito pelo David Cook! O cara é bom! Metido, mas bom!
A Syesha canta bem, mas não tem “tempero”…
E o Archuleta… Ô menininho mala!…
E sinceramente, acho que “moçoilo” fez o “tipo” humilde o programa todo… Ao menos depois de ter tomado um baita “passa moleque”, ainda nas eliminatórias, quando pediu que a banda saísse do palco para que se apresentasse sozinho.
Atitude tipo: eu me basto!…
Me lembro que os jurados foram bastante duros com ele…
Enfim, em 99% dos realities que eu assisto, quem eu odeio ganha…
Era meio de feriado… Fui passear no shopping com Joana…
A tolinha aqui achou que estaria vazio! Que SP inteira estaria na praia, no campo, na fazenda, ou numa casinha de sapê… – Me dei mal! Claro…
Enfim, procurava uma roupinha de frio para a pequenina… O problema é que sempre que eu entrava na loja e tentava travar um diálogo com uma vendedora, vinha outro cliente e atravessava na minha frente…
Bem… O povo nem “se tocava” que eu já estava ali… esperando… Nem se “solidarizava” com uma pobre mãe sozinha com uma bebê, um carrinho e uma bolsa gigante nas mãos…
Nem minha cara feia para o cidadão – na maioria das vezes cidadã – adiantou…
Era uma cara “tipo”: “você é um baita mal educado, hein “amigón”! Tava aqui antes de você, pô!…
Sim, esperando um: “oh, desculpe…”
Às vezes sou tão otimista…
Tolinha, tolinha…
Bem… Este é um exemplo de falta de educação e respeito. Diariamente vivenciamos tantos outros…
Imagino o tipo de cidadão que estes “cidadãos” estão criando…
Vi uma moça usando uma bolsa caríssima no Anália Franco e logo pensei: U-huuu! Viva os ching-lings da Liberdade!
No Iguatemi: Como essa louca pôde pagar tão caro por uma… bolsa?!?!
Tudo bem, o Anália é o antro dos novos ricos… Mas mesmo assim, foi inevitável não pensar… Foi quase que automático… Putz… Pré-conceito é uma m**** mesmo!